5 aspectos de rentabilidade nos negócios usando Cloud
5 aspectos de rentabilidade nos negócios usando Cloud
Até 2020, 94% das empresas terão alguma parte de sua tecnologia em cloud. E vai ser um mercado que até lá irá atingir incríveis 500 bilhões de dólares no mundo. Mas, por que será? Porque é uma tecnologia cheia de benefícios, entre eles financeiros – pois sabemos que o bolso é ainda o fator de maior peso na tomada de qualquer decisão, especialmente quando falamos do mundo dos negócios.
Os dados acima são de uma pesquisa realizada pela GlobalData, encomendada pela Cisco e Intel. Para esses números, eles ouviram mais de 340 executivos de TI no Brasil e no mundo. O grande ponto em comum entre eles? Enxergam que ter arquivos e softwares em nuvem pode trazer vantagens financeiras muito claras, principalmente voltadas para a eficiência operacional.
Estamos falando em melhorias com impacto de 45% a 87% em eficiência operacional, dependendo do business em que atuam. Essa eficiência se divide em duas partes principais:
1 – O modo mais ágil e rápido com que você presta serviço e acessa os documentos que precisa – com acesso remoto e ganho de agilidade muito alto;
2 – Redução de custos frente aos modelos atuais de datacenter. Ter uma infraestrutura de tecnologia dentro da sua companhia é cada vez menos vantajoso.
E falando em redução de custos, vou destrinchar um pouco abaixo:
Economia de escala (2.1)
Você só paga pelo o que você usa. Enquanto no modelo tradicional é necessário se ter uma estrutura com capacidade pré-estabelecida, o modelo de cloud te permite usar somente o que você precisa. Então, consegue-se aumentar esse custo apenas de acordo com sua necessidade e não mais que isso.
Energia elétrica (2.2)
Além disso, você evita custos de energia elétrica, que para pequenas e médias empresas é muito relevante. Para as grandes, o impacto de mudança também é altíssimo.
Custo de manutenção (2.3)
Os ativos também devem ser considerados nessa transição. As pessoas que você tem de contratar exclusivamente para tocar a manutenção de toda a estrutura interna de TI e os custos dessa gestão. Adotando o modelo de cloud, isso deixa de existir.
Investimento Inicial (2.4)
Além de tudo o que falei até agora tem também o investimento inicial. Qual é a diferença entre os dois formatos? Quando você executa seus próprios servidores, você está olhando para os custos de capital inicial. Quando passa do modelo tradicional para o de nuvem, você transforma o investimento de CAPEX (investimento em ativos) em OPEX (investimento operacional).
Ou seja, ao invés de você fazer grandes investimentos em infraestrutura, você consegue ir pagando por uma licença ao longo do tempo de utilização. Logo, seu investimento inicial é muito menor. Ele praticamente não existe. Você vai pagando pelo que usa, ao invés de ter um alto desembolso logo no começo para um investimento em estrutura. O modelo em nuvem acaba fazendo com que você não tenha custos fixos, além de ser auto gerenciável – o que permite modelar o investimento de acordo com o uso que precisar.
Estes são os principais motivos que vão contribuir para a rentabilidade dos negócios, sejam ligados ou não a tecnologia. Afinal, a grande maioria das empresas no mundo tem alguma necessidade de armazenagem de documentos, dados, de rodar programas e, sendo assim, pode se beneficiar desse modelo.
Acredito (e espero!) que até aqui eu tenha contribuído para clarear um pouco sobre a importância dessa decisão ou transição – se for o caso da sua empresa. Mas ainda tem uma dica importantíssima a considerar…
O parceiro ideal!
Busque por uma consultoria de confiança para te acompanhar nesse processo. Especialmente, uma que irá enxergar as necessidades do seu negócio como um todo e realmente fará a diferença. O processo de redução de custos pode ser ainda mais eficiente com a gestão inteligente dos recursos em nuvem, com máquinas virtuais no Microsoft Azure, por exemplo.